Jesus é o fim do etnocentrismo

16 Indo a Nazaré, onde fora criado, entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler. 17 Então, deram-lhe o livro do profeta Isaías e, abrindo-o, achou o lugar onde estava escrito: 18 “O ESPÍRITO DO SENHOR ESTÁ SOBRE MIM, PELO QUE ME UNGIU PARA EVANGELIZAR OS POBRES; ENVIOU-ME PARA PROCLAMAR LIBERTAÇÃO AOS CATIVOS E RESTAURAÇÃO DA VISTA AOS CEGOS, PARA PÔR EM LIBERDADE OS OPRIMIDOS, 19 E APREGOAR O ANO ACEITÁVEL DO SENHOR”. 20 Tendo fechado o livro, devolveu-o ao assistente e sentou-se; e todos na sinagoga tinham os olhos fitos nele. 21 Então, passou Jesus a lhes dizer: “Hoje se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir”. 22 Todos lhe davam testemunho e se maravilhavam das palavras de graça que lhe saíam dos lábios, e perguntavam: “Não é este o filho de José?” 23 Disse-lhes Jesus: “Sem dúvida, citar-me-eis este provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo; tudo o que ouvimos ter-se dado em Cafarnaum, faze-o também aqui na tua terra”. 24 E prosseguiu: “De fato, afirmo-vos que nenhum profeta é bem recebido na sua própria terra. 25 Em verdade vos digo que muitas viúvas havia em Israel, no tempo de Elias, quando o céu se fechou por três anos e seis meses, reinando grande fome em toda a terra; 26 e a nenhuma delas foi Elias enviado, senão a uma viúva de Sarepta de Sidônia. 27 Havia também muitos leprosos em Israel nos dias do profeta Eliseu, e nenhum deles foi purificado, senão Naamã, o sírio”. 28 Todos na sinagoga, ouvindo essas coisas, encheram-se de ira. 29 E, levantando-se, expulsaram-no da cidade e o levaram até ao cimo do monte sobre o qual a cidade estava edificada, para, de lá, o precipitarem abaixo. 30 Jesus, porém, passando por entre eles, retirou-se.

No último domingo, tentei proclamar uma visão que chamei de “Plantar uma Paixão”. Você pode se juntar a nós como igreja integral e encadear sinais em torno de um sonho e plantar uma igreja em 2002 em alguma localidade nas Cidades Gêmeas — ou para além (como Charlotte, NC, para coincidir com a mudança de BGEA [Associação Evangelística Billy Graham] para aquela região)? Chamei isso de “Plantar uma Paixão” para que fosse claro um foco específico da declaração missionária de nossa igreja: Existimos para difundir uma paixão pela supremacia de Deus em todas as coisas para a felicidade de todos os povos através de Jesus Cristo. Mas tornei claro que o propósito não é plantar exatamente um tipo de igreja. Expressei algumas descrições específicas nessa visão, tais como: centralização em Deus, exaltação de Cristo, saturação da Bíblia, mobilização missionária, conquista de almas, a busca da justiça, etc.

A busca da justiça

Quando utilizo o termo “busca da justiça”, tive em mente pelo menos dois assuntos: o foco deste domingo na harmonia racial e o foco no próximo domingo na santidade da vida. Dois dos grandes assuntos de nosso país estão presentes aqui no princípio do século 21, que são a igualdade racial e a justiça para com os nascituros. Creio que há uma conexão entre ser uma igreja que busca a justiça e ser uma igreja centrada em Deus, que exalta a Cristo e seja saturada da Bíblia.

Precisamos ser mais centrados em Deus, exaltarmos mais a Cristo e sermos mais saturados da Bíblia

Uma das razões que a igreja evangélica — especialmente a igreja evangélica branca (essa designação é até infeliz, como se houvesse a “igreja negra”) — não busca a igualdade racial e a justiça para os nascituros com mais paixão tanto quanto poderíamos é que não somos tão centrados em Deus, não exaltamos tanto a Cristo e não somos tão saturados na Bíblia como pensamos.

Quando dizemos: “Existimos para difundir uma paixão pela supremacia de Deus em todas as coisas para a felicidade de todos os povos”, pensamos realmente com profundidade sobre como Deus é supremo nas relações raciais? Você reflete como Cristo é exaltado nas relações raciais? Perguntamos como a Bíblia satura nosso pensamento, sentimento e ação a respeito dos relacionamentos étnicos e questões de raça, na educação, habitação, economia e a composição do corpo de Cristo? A supremacia de Deus, a glória de Cristo e a mensagem radical da Bíblia moldam nosso pensamento, sentimento e ação em “todas as coisas para a felicidade das pessoas”?

A paralisia da imperfeição

Assim, quando refletimos sobre plantação de igreja, não é porque atingimos o sucesso e estamos prontos para nos reproduzir. Se esperarmos atingir esse sucesso para ousar plantar uma igreja, jamais o faremos — e, com esse pensamento, você jamais se casará, ou permanecerá casado ou terá seu primeiro emprego ou o manterá, ou irá para missões ou permanecerá lá, ou decidirá ter filhos ou começar um ministério. Poucas coisas paralisam boas pessoas mais que a imperfeição. Ó Deus, o Senhor poderia levantar pessoas que ouvissem, aprendessem e não dessem importância à crítica paralisante dos negativistas. Não desejamos planejar uma igreja porque somos perfeitos, mas por temos um sonho: que uma nova igreja em um novo lugar com líderes diferentes fará coisas muito melhores que fazemos aqui, atraídos pela mesma visão bíblica.

Viver para uma grande causa, não por um grande conforto

Um dos aspectos pelo qual imagino o projeto “Plantar uma Paixão” é que plantamos pessoas que estão comprometidas a viver por uma grande causa, não um grande conforto. Preguei antes sob o tema: Ser um cristão é caminhar na direção do sofrimento, não em direção ao conforto. Levantar de manhã e ir para cama à noite não sonhando sobre como promover meus confortos, mas como promover uma grande causa centrada em Deus. Plantar uma Paixão significa plantar pessoas que não se dedicam dia e noite a buscar a autopreservação, a autoexaltação e a autorrecreação, mas que procuram algo maior e mais excelente do que elas mesmas ou suas famílias ou igrejas.

Qual é a grande causa pela qual você vive? Este domingo e o seguinte perguntam: Haverá alguns de vocês — centenas de vocês — que dirão: “A grande causa de minha vida é magnificar a Jesus Cristo através de uma igualdade racial bem como a harmonia racial centrada em Deus e saturada da Bíblia”? Ou quem diz: “A grande causa de minha vida é enaltecer a Jesus Cristo mediante a justiça dos nascituros centrada em Deus e saturada da Bíblia”. Ó, que Deus se levante contra todo egoísmo, lealdades temporárias e devoção indisciplinada e suscite homens e mulheres que sustentem uma grande causa, não da forma que a adrenalina o faz, mas pelo modo que o coração o faz! Adrenalina produz um jorro de energia necessária e, em seguida deixa, o corpo diminuir o ritmo. O coração continua a bombear vida no corpo em tempos bons e em tempos difíceis, no inverno e no verão, na tristeza e na felicidade, na força e na fraqueza, na enfermidade e na saúde. Que tenhamos mais cristãos coronários na causa da igualdade racial, não cristãos adrenais! 1

Precisamos de Williams Wilberforces

Quem dentre vocês é o William Wilberforce de nosso tempo? Ele era profundamente cristão, evangélico vibrante e apaixonado por longo período pela causa da igualdade racial na Inglaterra. Em 28 de outubro de 1787, ele escreveu em seu diário, com a idade de 28 anos: “O Deus todo-poderoso expôs diante de mim dois grandes objetivos: a supressão do tráfico de escravos e a reforma dos [costumes]”. 2 Batalha após batalha no Parlamento, ele foi derrotado porque o tráfico de escravos africanos era bastante entrelaçado nos interesses financeiros da nação. Mas ele jamais desistiu e jamais se acomodou. Ele não era um cristão adrenalina, mas um cristão coronário. Em 24 de fevereiro de 1807, às 4 h da madrugada, 20 anos depois de ele escrever em seu diário, o voto decisivo foi dado e o tráfico de escravos se tornou ilegal. O trabalho ainda não havia sido concluído após 20 anos de perseverança. O que dizer sobre possuir escravos? Em 26 de julho de 1833, 16 anos depois, e três dias antes que ele morresse, o voto foi depositado e a escravidão tornou-se ilegal na Inglaterra e suas colônias.

Assim, quando penso em Plantar uma Paixão, penso em plantar uma igreja para gerar esse tipo de paixão — uma paixão coronária, não uma paixão adrenal. Uma grande causa centrada em Deus e não no conforto, que exalta a Cristo, saturada da Bíblia, que busca a justiça e jamais diz morte ao compromisso.

Desse modo, se desejarmos colocar Deus no centro e exaltar a Cristo e sermos saturados da Bíblia, vamos aos evangelhos e ouçamos a Jesus e assistamos a ele pôr um fim no etnocentrismo. Etnocentrismo — a convicção ou o sentimento de que meu grupo étnico deveria ser tratado como superior ou privilegiado.

Lucas 4,16-30: o reino é etnicamente mais diferente do que você pensa

Começamos com Lucas 4,16-30. Aqui o garoto que havia crescido na localidade retorna à sua cidade natal, Nazaré, após fazer fama em Cafarnaum. Ele vai à sinagoga no sábado e uma multidão vem para ouvi-lo. E o que ele faz nessa mensagem é quase inacreditável. Ele quase incita um tumulto. E ele o faz de propósito. Primeiro, eles o passam um manuscrito do profeta Isaías para que lesse e ele escolhe o capítulo 61. O texto fala a respeito da vinda do redentor que libertará o oprimido e proclamará o ano aceitável do Senhor (vs. 18b, 19); e ele alega que a profecia está se cumprindo diante deles. O versículo 21: “Hoje se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir”. Agora, isso foi surpreendente. Manchete: “O garoto desta cidade alega ser o Messias”. Mas isso não causará um tumulto. O versículo 22: “Todos lhe davam testemunho, e se maravilhavam das palavras de graça que lhe saíam dos lábios”. Até aqui, tudo bem.

Mas observe o que ele diz em seguida. Algo totalmente inesperado! Inexplicável se você almeja somente crescimento de igreja. Ele escolhe narrar duas histórias do Antigo Testamento que vão diretamente contra o etnocentrismo de sua cidade natal. Dificilmente, ele poderia ter sido mais desagradável. Ele sabe qual será a reação deles porque declara no versículo 24: “De fato, afirmo-vos que nenhum profeta é bem recebido na sua própria terra”. Em outras palavras, sim, vocês falam bem de mim agora (22) quando têm uma própria concepção sobre que o Messias fará e como seu reino se parecerá. Mas espere até lhe dizer que estou prestes a fazer e com o que se assemelhará o reino.

Então ele narra a história número um. Versículo 25 e 26 extraídos de 1 Reis 17: “Em verdade vos digo que muitas viúvas havia em Israel, no tempo de Elias, quando o céu se fechou por três anos e seis meses, reinando grande fome em toda a terra; 26 e a nenhuma delas foi Elias enviado, senão a uma viúva de Sarepta de Sidônia”. Inesperadamente, ele conta uma história sobre Deus ignorar toda a etnia judaica para levar a bênção do milagre à terra estrangeira, gentílica de Sidônia (Fenícia). E ele o faz de forma pública e eficaz sem abrandar ou fazer uma explanação: havia muitas viúvas em Israel e Deus abençoou uma viúva estrangeira.

Como se isso não fosse o bastante, ele narra uma segunda história no versículo 27 de 2 Reis 5: “Havia também muitos leprosos em Israel nos dias do profeta Eliseu, e nenhum deles foi purificado, senão Naamã, o sírio”. Novamente, o fato é: de todos os povos que Deus poderia ter escolhido para curar de lepra, ele escolheu um rei estrangeiro, um sírio, não um judeu.

Essas duas histórias não se perderam no etnocentrismo de Nazaré. O versículo 28: “Todos na sinagoga, ouvindo essas coisas, encheram-se de ira. (29) E, levantando-se, expulsaram-no da cidade e o levaram até ao cimo do monte sobre o qual a cidade estava edificada, para, de lá, o precipitarem abaixo. (30) Jesus, porém, passando por entre eles, retirou-se”. Eles entenderam a mensagem e não gostaram dela.

O fato é: o reino que estou fundando, Jesus afirma, é etnicamente diferente do que você imagina. O lugar escolhido como Israel não produziu humildade e compaixão, mas orgulho e desprezo. Eu sou o fim do etnocentrismo. Olhem para mim. Aprendam de mim, ele afirma, vim para redimir um povo de todo grupo étnico, não somente um ou uns poucos. Infeliz de vocês pelo fracasso por não verem na justiça e misericórdia de Deus seu zelo para ajuntar de todos os povos um reino de sacerdotes e amigos.

Mateus 8,5-13: a fé em Jesus triunfa sobre a etnia

Fui longe demais ao pronunciar um lamento com respeito ao povo de Nazaré? Você decide enquanto considera outra história, desta vez em Mateus 8,5-13. Jesus termina o Sermão do Monte em Mateus 5-7 e, em seguida, em Mateus 8,1-4, ele toca em um leproso, a mais desprezada e mais banida de todas as pessoas em Israel, e o cura. Então, em Mateus 8,5, ele entra em Cafarnaum e encontra a pessoa mais desprezada e repugnante: um centurião romano. Como um fuzileiro naval americano é para um miliciano talibã. O fato de este centurião em particular ter alguma popularidade entre os judeus (Lucas 7,3-5) é ignorado por Mateus, pois não é relevante para o contexto. O homem é um estrangeiro, um não judeu. Esse é o fato para o qual Mateus foca sua atenção.

Qual será o ensinamento dessa história? O centurião implora a Jesus, dizendo: “Senhor, o meu criado jaz em casa, de cama, paralítico, sofrendo horrivelmente”. Sem a menor dúvida ou hesitação, Jesus declara no versículo 7: “Eu irei curá-lo”. Então, o centurião afirma algo que Jesus considera impressionante. Versículo 8: “Senhor, não sou digno de que entres em minha casa, mas apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado. (9) Pois também eu sou homem sujeito à autoridade, tenho soldados às minhas ordens e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu servo: faze isto, e ele o faz”.

“Ouvindo isto”, o versículo 10 declara, “admirou-se Jesus”. Em seguida, ele considera toda a situação na qual todos pensaram se tratar de cura, poder e autoridade e a transforma em um fato totalmente distinto, a composição do reino para os estrangeiros e sobre os perigos de confiar na identidade étnica para serem abençoados. O versículo 10b: “Em verdade vos afirmo quem nem mesmo em Israel achei fé como esta. (v. 11) Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente...”. Oriente e Ocidente! O que significa isso? São países como Fenícia (faixa de Gaza), Egito, Grécia, Arábia, Pérsia (Jordânia, Irã, Iraque, Afeganistão, Paquistão, Índia, China). E o que acontecerá quando esses países estrangeiros forem representados no reino vindouro com seus costumes de não se circuncidarem, com seus costumes dietéticos não judaicos? O versículo 11b: “... e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaac e Jacó no reino dos céus. (12) Ao passo que os filhos do reino serão lançados para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes”.

Agora, isso é totalmente chocante! Você precisa sentir a intensidade disso. Aqui está Jesus dizendo ao povo escolhido de Israel que primeiro os romanos, como este centurião crente, e em seguida todos os tipos de gentios impuros etnicamente falando, entrarão no reino do céu, mas vocês, “os filhos do reino”, serão lançados para fora, nas trevas. É quase impossível de ouvir com respeito à raça escolhida. O que Jesus diz? Ele diz: Jesus é o fim do etnocentrismo.

Ou para expressar isso de uma forma mais positiva: Jesus declara que, com sua vinda, uma forma inovadoramente radical de definir o povo de Deus está aqui, a saber, a fé nele. Fé em Jesus triunfa sobre a etnia. Frequentemente, essa forma radicalmente inovadora de entender a etnia acontece nos evangelhos.

  1. A estória do bom samaritano — o estrangeiro é o herói da compaixão (Lucas 10,33).

  2. A cura dos dez leprosos, e somente um retorna; e quem ele é? Um samaritano. O estrangeiro brilha com sua humilde gratidão (Lucas 17, 16).

  3. A libertação da filha da mulher sírio-fenícia (Marcos 7,26).

  4. A adoração dos magos do Oriente, provavelmente Pérsia ou Arábia (Mateus 2,1).

  5. E, finalmente, a morte e a ressurreição de Jesus, que ele mesmo interpreta antecipadamente na parábola dos lavradores maus (Mateus 21,33-43). O dono da vinha envia seu filho para recolher os frutos de seu povo. Eles o matam. E Jesus pergunta: “O que o Senhor fará àqueles lavradores?” O que Deus fará quando seu Filho for rejeitado pelo seu povo escolhido? O versículo 43 fornece a resposta: “Portanto, digo-vos que o reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos”.

Não a cor, mas a fé em Cristo

É isso o que Martin Luther King apontou em seu famoso discurso quando disse: “Tenho um sonho de que meus quatro filhos um dia viverão em uma nação onde serão julgados não pela cor da pele, mas pelo caráter”.

Jesus é o fim do etnocentrismo. Não a cor, mas a fé em Cristo é a marca do reino. Noel e eu estávamos relembrando ao telefone ontem quando conversávamos com nosso filho Benjamin em Chicago. Recordamos a Urbana 1967, 3 quando Warren Webster foi questionado em frente de 15 mil estudantes o que aconteceria se sua filha decidisse se casar com um paquistanês enquanto ele exercesse o ministério naquele país? Sua resposta ainda ressoa em nossos ouvidos hoje, enquanto espero o que essa mensagem faça em vocês: é melhor um pobre cristão paquistanês que um rico, branco e incrédulo banqueiro americano. Em outras palavras: Cristo, não é a cor que importa. Jesus é o fim do etnocentrismo.

Se vamos plantar uma igreja que seja centrada em Deus, exalta a Cristo, seja saturada da Bíblia e busca a justiça, ela findará aqui também. E que belo quando ela findar e toda tribo, raça e povo exaltarem a Cristo juntos. Ó Senhor, faça isso acontecer.


1 As glândulas adrenais ou supra-renais, localizadas uma sobre cada rim, são constituídas por dois tecidos secretores bastante distintos. Um deles forma a parte externa da glândula, o córtex, enquanto o outro forma sua porção mais interna, a medula. NT.

2 Pollock, John. Wilberforce, p. 69.

3 Urbana é um ministério de missões mundiais que promove conferências para jovens estudantes, com o intuito de desafiá-los a aceitar o chamado de Deus para evangelizar o mundo. O título se refere à conferência ocorrida no ano de 1967. NT.

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